terça-feira, 18 de setembro de 2007

"O amor não supera tudo"

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Segundo dados do IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), foram registrados 95,9 mil caso de divórcios no país em 1994, contra 94,8 mil em 1993. Esse aumento revela que o “felizes para sempre” não acontece na prática. Desiludidos, os casais não têm mais a necessidade de casar para ficarem juntos, como afirma outro estudo do IBGE que diz que entre a década de 80 e 90 o número de casamentos realizados baixou de 948,2 mil para 775,2 mil.
O fim do casamento é, na maioria das vezes, doloroso. O casal sofre, os filhos sofrem, e o sentimento de incapacidade de ser feliz e manter um relacionamento, muitas vezes também faz companhia ao casal. A Dra. Olga Inês Tessari* afirma que o divórcio acontece por falta de aceitação das diferenças, idealização do companheiro e por imaturidade emocional.
Casais divorciados dificilmente têm bom relacionamento, e a briga na justiça por bens, pensão, filhos, só piora o desentendimento. Embora pareça inacreditável, existem pessoas - em especial mulheres - que são violentadas física e moralmente, porém mantém o casamento por medo, insegurança, falta de auto-estima e problemas financeiros.
A Dra.Olga afirma que para manter um relacionamento saudável o diálogo é fundamental: ”O amor supera algumas barreiras, não todas. Não é o amor, mas o diálogo que vai determinar quais as barreiras que serão superadas”. Aprender a dialogar nem sempre é fácil. Muitas pessoas foram educadas para permanecerem caladas e a adaptação pode ser difícil, mas é sempre favorável.




Lei que regulamenta o divórcio: clique aqui

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